Ben Johnson
Diéssica de Borba Raupp ♥
terça-feira, 18 de janeiro de 2011

TE ANIMAR NOS MOMENTOS TRISTES:
TE ACOMPANHAR NOS MOMENTOS FELIZES:
MOMENTOS QUE SÓ AMIGOS ENTENDEM:
FOFOCAR:
DESFILAR:
MOMENTOS DE LOUCURA:
MOMENTOS DE RAIVA:
MOMENTOS DE MICO:
MOMENTOS QUE NEM VOCÊ MESMO ENTENDE:
MOMENTOS DE PERDA:
AFINAL AMIGO É PRA TODAS AS HORAS …
FONTE: @FrasEAdolecente.
domingo, 16 de janeiro de 2011


Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada. Eu sei, não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez este seja o ponto. Talvez eu não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor. Era melhor.
(Martha Medeiros)

sexta-feira, 18 de junho de 2010
• Conta a história que uma senhora, certo dia, foi confessar-se e disse ao sacerdote que tinha difamado uma pessoa, mas estava arrependida de todas as difamações e calúnias. Queria o perdão de Deus e a penitência.
O padre disse à senhora:
– Você receberá o perdão, mas vou lhe dar uma penitência. Vá para casa, tome uma galinha, mate-a, tire as penas e coloque-as num saco, e depois traga as penas aqui para mim.
A senhora cumpriu a penitência: foi para casa, matou a galinha, tirou as penas e levou-as ao padre. E o padre disse:
– Você até agora cumpriu uma parte da penitência. Agora, gostaria que cumprisse a segunda parte. Vá à montanha mais alta que encontrar perto da cidade, e jogue as penas para o ar. Depois que o vento levar as penas para os quatro cantos da cidade, deve ter a paciência de recolhê-las, uma a uma.
A mulher, espantada com a penitência que o padre estava lhe dando, disse:
– Isso é impossível. Não conseguirei recolher todas as penas que o vento levar pelos quatro cantos da cidade.
O padre disse para a mulher:
– Minha senhora, assim são as calúnias e difamações. Quando você calunia uma pessoa, a calúnia se espalha por todos os cantos. E assim como é impossível recolher as penas, também é impossível recolher a propagação da maledicência e restaurar o bom nome de uma pessoa, quando alguém a difamou.
quinta-feira, 27 de maio de 2010

• Eu sou apenas alguém ou até mesmo ninguém , talvez alguém invisível que o admira a distância sem a menor esperança de um dia tornar-me visível . E você ? você é o motivo do meu amanhecer , é a minha angustia ao anoitecer, você é o brinquedo caro e eu a criança pobre, a menina solitária que quer ter o que não pode, dona de um amor sublime mas culpado por quere-lo, como quem a olha na vitrine mas jamais poderá tê-lo . Eu sei de todas as suas tristezas e alegrias mas você nada sabes . Nem da minha fraqueza, nem da minha covardia, nem sequer que eu existo . É como um filme banal, entre o figurante e a atriz principal. Meu papel era irrelevante para contracenar no final.
quarta-feira, 26 de maio de 2010







































